Enquanto isso, lá em Brasília, o pastor evangélico
Marco Feliciano mostra ao mundo como é que as coisas são aqui no Brasil, país
onde o presidente eleito para a Comissão de Direitos Humanos da Câmara pode dizer
por aí que amor homossexual é podre e que negro tem ancestral maldito. Sem
falar em seus pedidos de dízimo quando prega lá na igreja, e que o leitor pode ver de perto (para crer) no vídeo abaixo.
Dias atrás, foi a vez de o deputado bom-moço e cheio de votos, o galã Gabriel Chalita, aquele que já lançou mais de sessenta livros no estilo auto-ajuda, evolução espiritual e similares, cair do cavalo ao ser acusado de corrupção por um ex-assessor, da época em que ele era secretário de Educação de São Paulo. As denúncias respingaram até no lado literário de Chalita, acusado de ter uma equipe de ghost writers para ajudá-lo... o que não seria problema nenhum, mas que mesmo assim ele preferiu esconder.
Dias atrás, foi a vez de o deputado bom-moço e cheio de votos, o galã Gabriel Chalita, aquele que já lançou mais de sessenta livros no estilo auto-ajuda, evolução espiritual e similares, cair do cavalo ao ser acusado de corrupção por um ex-assessor, da época em que ele era secretário de Educação de São Paulo. As denúncias respingaram até no lado literário de Chalita, acusado de ter uma equipe de ghost writers para ajudá-lo... o que não seria problema nenhum, mas que mesmo assim ele preferiu esconder.
E aí o mais novo herói brasileiro, o ministro
Joaquim Barbosa, manda um jornalista chafurdar no lixo...
No meio de tudo isso, o goleiro Bruno, que dispõe de
time de Minas Gerais interessado em seu passe, é condenado a 22 anos de prisão
pelo crime bárbaro que deu cabo da modelo Eliza Samúdio, e poderá sair para o
semiaberto em três anos.
É assim que o mundo gira e nada sai do lugar. Um
circo para quem domina a mídia e sabe manipular a informação, um purgatório para o cidadão de um país corrupto, um inferno para os que são mortos
ou vilipendiados, uma tristeza para os que não creem em santos dotados de poder
econômico.
Enquanto o povo se desespera pelo mártir da
ditadura venezuelana, a gente olha para a democracia do Brasil e se pergunta:
Democracia pra quem?





















