Aos sábados, a festa porteña rola pelas adjacências da Plaza Serrano, onde acontece uma feirinha de artesanato que eu não acho lá grandes coisas...
O quente mesmo é passear pelas cercanias, começando pela Calle Honduras e perdendo-se entre suas transversais, todas tão bonitas que a gente não sabe pra onde olhar ou por onde ir: barata tonta total!!!
As vitrines são um deleite para quem curte bisbilhotar lojinhas. E ali há lojinhas de tudo, inclusive daqueles supérfluos que a gente não resiste. Hoje comprei um marcador de livros de plástico, em forma de uma mãozinha cor-de-abóbora!
O passeio exige calma e tempo para que você possa entrar nas lojas que vendem de quase tudo e se surpreender. Em uma delas, de biquínis, acabei descobrindo um caminhozinho lá no fundo...
... que leva a um café delicioso, olha:
Mas vou te contar... os biquínis eram de matar... de feios! Saca só a foto gigante em uma das paredes:
"Mirá" a loja de vinhos, cópia fiel das casas típicas do bairro do Boca, onde os italianos se fixaram no início do século passado:
As bandas musicais batem ponto pelas esquinas. Nem todas são boas, é bem verdade, mas esta daí arrebentou tocando jazz de autoria própria.
Comprei o disco e aproveitei pra dar uma paquerada no saxofonista, um gato que fez pose de cafajeste na hora da foto:
E depois se fez de sério; olha que coooooooisa:
À noitinha as lojas começam a fechar as portas, infelizmente, mas os muitos restaurantes da área estão ali para um almoço tardio. Este daí é o "La hormiga", uma boa opção para um macarrão, ó:
Mas alternativa de restaurantes é o que não falta...
E eis que chegou a Buenos Aires o melhor lanche orgânico de Paris!!! Ebaaaaaa!!!
Fiquei doida e mesmo sem a menor fome entrei para comer o ma-ra-vi-lho-so waffle que é pura manteiga com açúcar. Aqui ele vem com frutas tropicais, como kiwi e mamão.
Mas ai de mim... o waffle argentino tem é que "comer muita parrilla" para chegar aos pés do francês, do inglês ou do americano... o bicho parecia uma sola de sapato (do mais puro couro argentino), e fiquei foi muito "pê" da vida pela tremenda decepção.
Mas tudo bem. Arranjei um jeito de me sentir vingada: em vez de escrever uma mensagem natalina, conforme pedido dos funcionários, para deixar presa num varal bem em cima da mesa coletiva, no centro do salão, escrevi um aviso aos futuros clientes:
















































