sexta-feira, 22 de agosto de 2014

"Durmo para sonhar"


6 comentários:

  1. Eu sou a única pessoa que eu conheço que acorda de manhã, toma café e vai dormir.

    Soninha

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  2. O texto é lindo, ideal e muito bem intencionado. O problema é a quase sempre inoperância ou falta de resultados , como acontece com os livros de auto-ajuda. Tenho uma "miga" que já leu "trocentos" livros desta temática...e não modificou nadica de nada rs.Não basta saber, tem de praticar. Mas para praticar, o rabo torce a porca rs. As atitudes sensatas aqui apresentadas são do campo da razão. Acontece que Espinoza, antes mesmo da psicanálise, sacou brilhantemente: o que nos move são os nossos afetos e desejos, e não a nossa razão.

    Para que a razão consiga modificar nossos afetos e desejos, ela precisa, primeiramente, transformar-se em razão afetiva, (re)lembrando que afetos são nossas reações inevitáveis a tudo que nos impressiona/emociona, a tudo que nos marca, a tudo com o qual interegimos o tempo todo. Não devemos nos enganar ou devanear...nossas intenções de mudanças podem até ser racionais mas se forem contra nossa natureza ou nossos afetos/desejos, não vai adiantar nada, pois os afetos e emoções é que vão prevalecer. Na vida real normalmente a emoção domina a razão.Daí a dificuldade em parar de fumar, de emagrecer, etc. Vivemos a cultura do autoengano como se fosse possível , eficaz ou vantajoso tomar decisões contrárias ao nosso corpo e aos nossos afetos/desejos, afinal, o desejo é a nossa essência, seres desejantes que somos.

    Não se pode nem se deve ir contra a natureza humana. Por mais que se iluda que a vontade é livre (quanta tonteria!), a pessoa não consegue ir contra si mesma. Quem força insanamente a barra consegue o quê? Insatisfação, depressão, neurose, crise, etc. , e não só com relação à sexualidade, é genericamente. Não adianta estar com uma vida infeliz e pensar que só precisa de força de vontade . A mudança só é possível se a pessoa tentar, realmente, entender o que a faz infeliz e o que a motivaria, a deixaria mais realizada. Esta "nova" motivação pode, então, se tornar uma razão afetiva, fundamental para a benéfica mudança. A conclusão é que, evidentemente, somos motivados, inconscientemente, por nossos afetos e que até podemos ser livres nas escolhas, desde que essa liberdade coincida com o nosso afeto ou com o conhecimento/tratamento/entendimento afetivo.
    Santé e axé!

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    1. É, meu rei... O negócio é deitar no divã...

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  3. Fernanda,

    Minha alma ainda e de crianca........quanto ao comentario do nosso estimadissimo presidete da C.P.A.F.S.S. quanta verdade........ eu mais uma vez adorei !!!

    Aquele abraco para os dois.
    Felicidades

    Gilda Bose

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    1. Quanta generosidade no seu simpático comentário, querida diretora do C.P.A.F.S.S. Repito que enquanto houver seu incentivo -minha única leitora espontânea- continuarei pitacando, Gilda.
      Abraço forte procê!

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