quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Ao mestre, com carinho

 
 A CARA DO PROFESSOR BRASILEIRO...
 
http://noticias.uol.com.br/album/album-do-dia/2012/03/28/imagens-do-dia---28-de-marco-de-2012.htm#fotoNav=13
 
QUE TEM VIDA DURA...
 
Foto: Fabio Motta/AE
 
http://f.i.uol.com.br/folha/cotidiano/images/13255652.jpeg
 
Fernando Frazão/ABr
 
Fernando Frazão/ABr
 
Pilar Olivares/Reuters
 
Reynaldo Vasconcelos/Futura Press
 
E PRECISA DA AJUDA DE SUPER-HERÓIS...
 
Domingos Peixoto/Agência O Globo
 


 
 

4 comentários:

  1. A professora CORAJOSA enfrentando a violência policial é uma metáfora explícita das condições VIOLENTAS em que vivem os professores - os profissionais mais importantes e dignos, posto que formadores das demais profissões - com seus salários aviltantes , DESRESPEITOSOS, sem contar as péssimas condições estruturais , a falta de educação dos alunos (imitadores dos pais idiotizados/desestruturados), a superlotação das salas de aula (seriam jaulas?!) e outras mazelas mais.

    Também é uma metáfora da falta de educação nesta cidade esculachada, suja, fétida, mal cuidada... onde pessoas saem de "faculdades" mal sabendo ler e escrever. Sei que há honrosas exceções. Mas enquanto todas as escolas - pelo menos as públicas - não oferecerem condições dignas para alunos e mestres , fundamentalmente com salários compatíveis com o importantíssimo e seminal papel que estes bravos lutadores desempenham na formação da sociedade...a luz no fim do túnel vai continuar apagada, lamentavelmente. E talvez nem haja mais túnel...Sem educação satisfatória e "sem tesão...não há solução"... nem a médio, nem a longo prazo. Meu profundo respeito e especial carinho aos fundamentais professores. Não há profissão mais digna e nobre e, paradoxalmente, mais aviltada e desprestigiada, no Patropi.

    Quanto aos truculentos policiais, como os da foto, coitados (sem justificativas, somente tentando ser minimamente justo...), são pessoas que já nasceram em condições desfavoráveis, com péssima escolaridade, com péssima formação (imagine a academia de policiais e seus "valores".)..além dos péssimos salários, para se exporem até ao risco de morte.Filhos de classe média não procuram esta "profissão".Você, nobilíssimo leitor, imagina seu filho policial?! Então dá pra avaliar - conceitualmente - o tipo de pessoa que sobra (sem discriminações, please!) pra exercer esta que deveria ser uma nobre missão:proteger o cidadão...Deveriam, em condições mais ideais, inclusive, ter acompanhamento psicanalítico e ótimo salário... no mínimo.
    Santé e axé!!!
    Marcos Lúcio

    ResponderExcluir
  2. Vamos manifestar, mas com lucidez! Gostei do blog. Aline Da Cidade das Pirâmides, em meio a uma passeata de estudantes, mas sem vandalismo!
    Vejam! http://www.youtube.com/watch?v=62b3f66OP60&feature=youtu.be …

    ResponderExcluir
  3. Fernanda,

    Seu post nota dez.

    E concordo e assino embaixo em tudo que o nosso estimadissimo presidente da C.P.F.A.S. Marcos Lucio escreveu.

    Acrescentando que esta situacao nao e atual ......ha decadas que os professores vem sendo desrespeitados e recebendo salarios aviltantes .......... claro sem a violencia generalizada, dos dias atuais.

    Felicidades,

    Gilda Bose

    ResponderExcluir
  4. Como considero a profissão de professor a mais importante que existe, posto que formadora ou facilitadora das demais...volto à questão, reproduzindo parte do que li, no JB, a seguir.

    Para Vera Nepomuceno, diretora do Sepe, o governador não pode continuar ignorando as reivindicações dos professores. “O Cabral tem uma postura de como se não estivesse governando. Estamos em greve há mais de 50 dias e o governo ainda não apareceu com negociação”, afirma a diretora do Sepe.

    Durante toda a greve, a postura de ambos os governos foi de extremo autoritarismo, e o retrato da educação não poderia ser diferente. Com uma gestão educacional em que conteúdos simplistas são despejados sobre os alunos e as singularidades e dificuldades de cada um deles são ignoradas, as escolas públicas do Rio de Janeiro são o verdadeiro reflexo do que aconteceu na fatídica terça-feira. Só que no lugar dos cassetetes e dos sprays de pimenta, estão os caderninhos pedagógicos da Prefeitura, as cadeiras enferrujadas, os baixos salários, que agridem diariamente cada aluno e professor do sistema. Apanham na greve, apanham todo dia.

    Com salários que variam entre R$ 1.200 e R$ 3.500 mensais, a Prefeitura de Eduardo Paes sugeriu à categoria municipal o tímido reajuste de 8%. Os professores da rede estadual, que recebem "os melhores salários do Brasil", segundo o próprio governador do Estado, ganham R$ 2.679,85 por 40 horas trabalhadas semanalmente e nem proposta de reajuste ouviram por parte de Sérgio Cabral. Essas são as remunerações da categoria mais essencial para o desenvolvimento da civilidade.

    A professora de espanhol da rede municipal Cassiana Vidal explica o panorama da rede de ensino do Rio atualmente. “A nossa educação está um caos. O prefeito impõe um sistema de meritocracia, que é um verdadeiro fingimento. Nós não temos autonomia para ensinar, trabalhamos em cima de cadernos pedagógicos, que vêm cheios de erros. Queria perguntar se na escola dos filhos do prefeito e da secretária (municipal de educação, Cláudia Costin), eles estudam com esses cadernos. O novo plano ainda permite professores polivalentes, ou seja, qualquer um pode dar aula de qualquer coisa, mesmo sem ter a formação. Isso é um desrespeito”, revolta-se a profissional.
    Para mim, além de insensata e injusta, a situação é surreal e estúpida.
    Santé e axé!!!
    M.L.
    Santé e axé!!!

    ResponderExcluir

Dicas para facilitar:
- Escreva seu nome e seu comentário;
- Selecione seu perfil:----> "anônimo";
- Clique em "Postar comentário";
Obrigada!!!!!