domingo, 27 de janeiro de 2013

Campanha: ajude o Paes a consertar o Joá!

Os moradores da Barra da Tijuca ficaram assustados quando a Coppe disse que o Elevado do Joá está perigando, e que o ideal mesmo seria derrubar o velho e construir um novo...

O susto piorou quando o prefeito Eduardo Paes disse que "não, sinto muito", e mandou o povo diminuir a marcha quando fosse passar pelo minhocão que liga a Barra a São Conrado (e ao resto do mundo inteiro, aliás...).

Não sei se é caso de indignação ou de falta de educação dos motoristas, mas o fato é que eu, que passo pelo Joá com relativa frequência, ainda não vi ninguém acatar a decisão do prefeito e atravessar o elevado a 60 por hora. A moda não pegou.

Só eu vou a 60, e ainda tenho que aturar os faróis piscando na minha traseira, os xingamentos e as buzinadas alheias: pelo visto, ninguém acreditou que o elevado está cai-não-cai... ou ninguém se importa que ele venha mesmo a cair. Sabe aquela história de otimismo excessivo e de achar que as tragédias só acontecem com os outros? Pois é...

Concordo com a presidente da CET-Rio, Claudia Secin, que por ali passa todos os dias e disse, em entrevista publicada recentemente, que é um absurdo que a adoção dos radares seja necessária para botar um freio na desobediência dos motoristas. A CET-Rio espera uma média de 250 multas por dia depois da instalação dos radares, quando o ideal, diante dos riscos, seria que ninguém ultrapassasse o limite de velocidade. Se considerarmos o valor de R$ 127,69 por multa, no fim do mês somente estas 250 multas diárias somarão R$ 1 milhão!

Assim sendo, minha sugestão para o caso é que o prefeito instale logo os tais radares e coloque também um placar gigante com os dizeres "A PREFEITURA AGRADECE, JÁ ARRECADAMOS R$... EM MULTAS", e converta todo o dinheiro na reforma do elevado velho e na construção do novo. Taí uma boa maneira de usar de forma construtiva a falta de educação (e de consciência) do carioca!

                                               Eu vou a 60 por hora e fico para trás...

10 comentários:

  1. Sempre achei que o Elevado do Joá deveria ter sido construído meio que incrustado nas pedras, tipo, metade nas pedras e metade mais ou menos do jeito que é hoje. Ficaria bem mais firme e sem dar a sensação de fragilidade que finalmente está se mostrando real. Não fica andando molenga lá não, porque além de poder ser empurrada, devagar você fica mais tempo exposta ao perigo. Não confie no que dizem os técnicos desses desgobiernos.

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    1. Será que o povo acelera por medo de o minhocão despencar????

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  2. A sugestão da blogueira é boa mas não esconde a absurdidade da falha administrativa...como se deixa chegar a um estado deplorável destes e, pior, colocando vidas em risco de morte? Bem disse o Caetano: "aqui tudo é contrução e já é ruína".

    Não tem perdão para um prefeito que não cuida nem dos Arcos da Lapa:cartão postal(bostal?!)da cidade e o local mais visitado por turistas, principalmente à noite. Vou bastante lá...moro próximo e, noves fora os espertos batedores de carteira na movimentada região , o que mais chama atenção é o seu péssimo aspecto.A pintura somente com cal e mal feita, já na primeira chuva, fica uma escrotidão ou um miserê de dar dó. O que poderia e deveria ser um luxo de monumento histórico - se bem conservado fosse - torna-se , imperdoavelmente, um lixo só!!!lSem contar que os extremos dos Arcos são moradia de mendigos, com todo a fedentina e sujeira decorrentes, neste lamentável caso, pois ali fazem suas necessidades, tomam seus "banhos" e, claro, procriam indiscriminada e progressivamente, como sói acontecer entre os pobres. Ricos, justamente por isto e pelo capital cultural, não proliferam...no máximo dois filhos. Sem preconceitos, pois tenho a nítida consciência de que não sou um destes miseráveis por sorte ou acaso.
    Santé e axé!

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    1. Não é só a Lapa, Estimarcos. Veja Copacabana, que virou um risco à saúde e à vida: imunda, cheirando mal, infestada de pivetes que, para roubar uma bolsa, jogam as pessoas no chão, agridem e até matam. Veja a Barra da Tijuca, onde os assaltos com morte estão proliferando. Já vi gente atirando até na Urca, onde as praias estão virando latrina por causa do esgoto e do lixo. Vou parar por aqui, porque a lista é enorme.

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    2. Desculpe, queriDannemann e concordo pletoramente com você...bato perna pela cidade (menos barra e zona norte, não possuo carro) e sei bem o caos urbano que é, além dos perigos. Na verdade este comentário foi, anteriormente, feito no blogue do Marcelo e faltou aqui, por desatenção, o ínício que, agora corrijo: "Ainda acrescento e para ficar somente em um exemplo: não tem perdão para um prefeito que não cuida nem dos Arcos ...", d'accord???
      Beijos mis...

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  3. Em raríssimos locais do Rio, observa-se a conservação de vias, prédios, monumentos...
    A dobradinha Paes/Cabral tem mostrado-se nefasta ao Rio, enquanto Município e Estado. Que nas próximas eleições seus candidatos(felizmente, não poderão concorrer) não sejam eleitos. Só depende de nós, certo?

    ANTONIO CARLOS

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  4. É Fernanda,a moda de passar pelo Elevado a 60 por hora,não pegou e não vai pegar,pois a obrigação do Prefeito é fazer o que tem que ser feito,antes de acontecer uma tragédia...
    Afinal pagamos tantos impostos,PRAQUÊ???

    Monica.

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  5. Hoje recebi um Email que me deu uma ideia. Achei fantástico! Contra ratos de esgoto, coisa que no RJ tem demais, as pessoas comuns como nós (eu não moro mais no RJ), poderíamos fazer:
    Pegar caroços de feijão - quanto mais duro melhor - e bater no liquidificador, mas não deixar virar pó (deve ficar meio que pedrinha bem pequena). Minha ideia é que as pessoas que se sentem impotentes diante dos ratos nas ruas, saquem dos bolsos um saquinho de papel e ponham-no perto dos bichões. Eles não digerem os granulados e... Morrem... Tarde... Para sempre. Quem desejar levar em frente essa guerra e quiser mais informações la vai a origem e o telefone: Educadora Ambiental na ONG Makaya / Casa do Zezinho
    Estudante de pós-graduação em Gerenciamento Ambiental pela ESALQ - USP
    Bióloga Licenciada e Bacharel pela UNESP - Campus Botucatu
    Contato: (11) 3667-3353

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